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A BANDANA E SUA ANTIGA ORIGEM

A Bandana começou lá no velho oeste americano com um pedaço de lenço que era amarrado no rosto dos homens em formato triangular para proteger do suor e do vento.


Até que em 1920, o estilista Paul Poiret criou uma primeira versão desse pedaço de pano como 

adorno para amarrar na cabeça das mulheres. E em 1940, as bandanas ressurgem com força depois que os cabeleireiros foram obrigados a largar os seus trabalhos para se ajuntar ao exército na guerra, fazendo com que as mulheres tivessem que dar aquele jeitinho para manter a arrumação dos cabelos.


Nos anos 1950 era usada pelas mulheres como faixa no cabelo ou amarrada no pescoço.

Em 1960, o astro Jimmy Hendrix chegou com tudo inventando moda ao usar o lenço na testa e foi acompanhado pela também famosa da música Janis Joplin nessa tendência. Rapidamente, as bandanas se tornaram um símbolo do movimento hippie que ficou ainda mais forte nos anos 70.
Até que 10 anos depois, Axel Rose reinventou a forma de usar a bandana, com a faixa um pouco mais largo, com a fita da sobrancelha até o começo do couro cabeludo. A partir desse momento, o uso da bandana passou a seguir não só uma, mas diversas opções de tendências até que na década de 90 o rapper Tupac, fez do lenço na testa a sua marca registrada, só que dessa vez com os laços para a frente da testa.

De onde veio a Bandana

Medindo em média 50 cm de cada lado, a bandana é usada a partir de nossa antiguidade, pelos romanos e gregos.

Algumas pessoas e estudiosos creem vir da palavra sânscrita ‘badhnati’ (é uma língua ancestral do Nepal e da Índia), que significa ligar ou amarrar.

Os padrões de desenhos característicos são similares aos padrões vindos da Caxemira. Os desenhos nas regiões persas são chamadas “Boteh”, que significa arbusto, arbusto, matagal, amoreira-brava ou erva.

Entrou na cultura ocidental por meio das expedições e importação de especiarias e tecidos das índias entre os anos 1701 e acabou no dia 31 de dezembro de 1800.

Usadas principalmente pelas mulheres da época, este adereço ganhou força gerando interesse das indústrias têxteis Inglesas e Escocesas.

A Bandana como Símbolo de Rebeldia

A bandana se torna símbolo de rebeldia e luta desde 1921 nos EUA, um símbolo ainda mais importante na luta pelos direitos do trabalhador. A marcha dos Mineradores de carvão da Virgínia Ocidental de 1921 foi uma das maiores revoltas armadas da história trabalhista. 

Na marcha, mais de dez mil trabalhadores da mina unidos usaram bandanas vermelhas para exigir sindicatos, um evento que muitos equiparam à popularização do termo depreciativo “caipira”. 

A Bandana no Período da Segunda Guerra.

O uso da bandana realmente criou força durante a Segunda Guerra Mundial, quando as mulheres no front doméstico entraram nas fábricas americanas e as usaram para amarrar seus longos cabelos para trás.
Devido a isso, e em parte devido aos faroestes de John Wayne, a bandana se tornou um acessório representando força de atitude. Símbolo que perdura até hoje, às vezes sendo usado como proteção facial fora da lei ou como uma peça-chave na mochila.

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